20/04/17 | Cervejas e Comidas

Goose Island reverte renda para instituições em prol da mulher

Cerveja criou a Goose Island Sisterhood, uma confraria de mulheres que promove discussões sobre a participação da mulher no universo cervejeiro

Empoderar mulheres e promover a igualdade de gênero em todas as atividades sociais é um tema indispensável para o mundo atual. Com o intuito de elevar ainda mais esse debate, a marca Goose Island lança o projeto Goose Island Sisterhood: uma confraria feminina que se reúne para estimular o engajamento em causas diversas e criar cervejas especiais, com a renda revertida integralmente para instituições que defendam causas importantes para o gênero.

“A Goose Island Sisterhood nasceu do sonho de resgatar o protagonismo que sempre tivemos no mundo cervejeiro e devolver o lugar que sempre foi nosso: seja carregando os sacos de maltes, atrás e à frente dos balcões de bares, seja nas panelas produzindo, bebendo ou falando sobre ela, a cerveja”, explica Beatriz Ruiz, gerente de conhecimento cervejeiro da Ambev e criadora da iniciativa.

A confraria se reuniu no Brew House Goose Island na última semana para lançar a primeira cerveja do projeto. Batizada de Carolina, a bebida faz reverência à escritora brasileira Carolina Maria de Jesus, considerada uma das primeiras e mais importantes autoras negras do Brasil. A homenagem foi sugestão da ativista feminista negra Stephanie Ribeiro, uma das participantes da confraria que trabalha em prol da representatividade da mulher negra.

Em edição limitada, Carolina – R$11,50 (200ml), R$20 (450ml) e R$24 (570ml) – uma sour com toque de goiabada, é uma receita que contrapõe o sabor mais ácido do estilo com o doce da sobremesa tipicamente mineira, cidade natal da autora.

Todo o montante arrecadado pela venda das cervejas criadas pelas confraria será revertido para alguma instituição. No caso da Carolina, a renda será destinada para o coletivo Di Jejê. Fundado por Jaque Conceição, é hoje um espaço para a promoção e produção de conhecimento sobre a mulher negra por meio de cursos, palestras e eventos abertos ao público.